
Disparo na rotina de contas e espaço,
gente não vê...
ao som do realejo tirei a sorte que não pretendia, e hoje existo,
mas distante estou disso...
e próximo só quando em teu seio, transcendo o que vivo,
me entrego a sequencia arfante do meu peito incontido...
sem juízo do sentido amenizo...
harmonizo a soma e entrego ao espaço, na certeza que sempre cabe mais um!
Procuro abrigo, encontro o que preciso...
Pois em teu sorriso existo.
Linda!
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