Quando arritmia do pulsar eleva a razão aos olhos do entendimento uma confusa sensação, a insegurança demonstra-se nas questões silenciosas feitas à consciência. E da medo.
Medo de perder o controle de seus passos, medo de entregar as suas vontades mais suas, medo de desamar o amor mais amado... Medo!
O medo de dormir e deixar a realidade acordada e saber que não é um sonho, medo de não ter razões para chorar, o medo de jamais sofrer por amor... Medo!
Ter o medo de não sentir o fel é harmonizar o peito em batidas iguais e constantes na expectativa de um futuro igual ao ontem. Quanta sorte!
Quanta sorte de desejar o inverso.
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