Terça-feira, Agosto 03, 2010

Anacronismo e pertubação do capital

CHEFE: - Funcionário, faça esse serviço para mim.

FUNCIONÁRIO: - Oi?

CHEFE: - Eu quero que faça esse serviço.

FUNCIONÁRIO: - Desculpa, mas não vou fazer!

CHEFE: - Como assim, não vai fazer? Eu estou mandando fazer!

FUNCIONÁRIO: - Não vou fazer!

CHEFE: - Funcionário eu sou seu chefe, e caso a minha caneta caia do meu bolso no chão, e eu mandar pegar, você tem que pegar.

FUNCIONÁRIO: - Desculpe, mas não vou fazer. Faço muitas outras coisas fora do combinado e nunca pedi um centavo de aumento.

Enquanto um saia batendo o pé, outro continuava a fazer o fingia fazer.

Assim, o protagonismo em frente ao espelho permanece com os seus devotos, reféns do capital.

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