Na flor que o vento alisa, balança e se desfaz em pétalas...
De amor sentido e ardido na lágrima de um corte...
De uma brisa averaneia, inesperada, que sopra e balança e lança ao ar fagulhas que na pele se conforta.
No vento-breve-sopro a flor se contempla em olhos que a vê, sendo o que sempre foi sem se angular ao prumo do mau tempo findo num raio de sol
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